Jornada Intensiva de Formação

Gestão da Produção, Operações e Processos

Escopo revisado com embasamento didático (Taxonomia de Bloom, indicadores de aprendizagem, técnicas pedagógicas) e acadêmico (referenciais teóricos da literatura).

6 Módulos
9 Autores Ref.
~110 Minutos
Seção 01

Visão Geral do Curso

O curso terá como foco apresentar, de forma prática e aplicada, os principais fundamentos da gestão da produção, das operações e dos processos organizacionais, demonstrando como essas áreas influenciam diretamente a eficiência, a qualidade, os custos, os prazos e os resultados de uma organização.

A proposta é construir uma aula que não fique restrita à teoria, mas que ajude o público a entender como esses conceitos aparecem no dia a dia das empresas.

Fio condutor: As etapas da construção de um loteamento — do projeto inicial à entrega das unidades. Esse contexto permite ilustrar planejamento, gargalos, desperdícios, padronização e melhoria de processos de forma concreta e reconhecível.

Seção 02

Ideia Central

Produzir bem não depende apenas de fazer mais, mas de organizar recursos, pessoas, fluxos, atividades e decisões de forma inteligente.

Perguntas que orientam a aula

🔍

O que é gestão da produção na prática?

⚙️

Qual a diferença entre produção, operações e processos?

📋

Por que empresas eficientes organizam processos antes de cobrar resultados?

🎯

Como identificar e eliminar gargalos, desperdícios e retrabalhos?

📈

Quais ferramentas permitem melhorar operações de forma contínua?

Seção 03

Tema do Curso

Gestão da Produção, Operações e Processos

Produção

Planejamento e controle do que é produzido

Operações

Execução das atividades que mantêm a organização funcionando

Processos

Como as etapas se conectam, são padronizadas e podem ser melhoradas

Seção 04

Público-Alvo

Estudantes de administração, engenharia, logística e áreas correlatas, além de pessoas interessadas em compreender como empresas organizam sua produção, suas operações e seus processos.

Também se enquadram como público-alvo futuros gestores e profissionais em formação que desejem desenvolver uma visão prática sobre eficiência operacional, produtividade, qualidade e melhoria contínua.

Administração Engenharia Logística Futuros Gestores Profissionais em Formação Áreas Correlatas
Seção 05

Justificativa do Curso

O tema é relevante porque toda organização depende de operações bem estruturadas para alcançar bons resultados. Mesmo quando a empresa possui bons produtos, tecnologia ou profissionais capacitados, ela pode perder competitividade se apresentar processos mal definidos, falhas de comunicação, desperdícios, atrasos ou baixa produtividade.

Embasamento Acadêmico

A competitividade estratégica de uma organização não depende apenas de inovação de produto, mas fundamentalmente de excelência operacional — medida por cinco objetivos de desempenho: qualidade, custo, velocidade, confiabilidade e flexibilidade.

— Slack, Chambers & Johnston (2018)

O muda — o desperdício — é a principal barreira à produtividade nas organizações. Identificar e eliminar atividades que consomem recursos sem agregar valor é a forma mais direta de aumentar a eficiência sem necessariamente ampliar a capacidade instalada.

— Womack & Jones (1996)

A otimização local de partes de um sistema não garante a otimização do sistema como um todo. Toda organização possui ao menos um gargalo — e é nele que a gestão deve concentrar esforços para elevar o desempenho global.

— Goldratt (1984)

Evidências Empíricas

15–30% Redução de custo operacional com princípios Lean
10–15% Desperdício em empreendimentos da construção civil

Fontes: McKinsey Global Institute; CBIC — Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

Seção 5A

Referenciais Teóricos

AutorObraContribuição Central
Slack, Chambers & Johnston Operations Management, 8ª ed. (2018) 5 objetivos de desempenho; modelo Input-Transformação-Output; 4 Vs (volume, variedade, variação, visibilidade)
Womack & Jones Lean Thinking (1996) 5 princípios lean; identificação e eliminação dos 7 desperdícios (muda)
Goldratt, E.M. A Meta (1984) Teoria das Restrições (TOC); gestão de gargalos; método drum-buffer-rope
Ohno, T. Toyota Production System (1988) Just-in-Time; produção puxada vs. empurrada; takt time; autonomação
Shingo, S. Zero Quality Control (1986) Poka-yoke; inspeção na fonte; padronização; SMED
Harrington, H.J. Business Process Improvement (1991) Redesenho de processos; eliminação sistemática de desperdícios; melhoria de fluxo
Imai, M. Kaizen (1986) Melhoria contínua incremental; filosofia de pequenas melhorias diárias
Deming, W.E. Out of the Crisis (1986) Ciclo PDCA; controle estatístico de processos; cultura de qualidade
Rother & Shook Learning to See (2003) Value Stream Mapping (VSM); visualização de fluxos de valor e desperdícios
Seção 06

Objetivo Geral

Apresentar os fundamentos da gestão da produção, das operações e dos processos, demonstrando sua importância para a eficiência organizacional, a qualidade dos resultados e a melhoria contínua nas empresas — utilizando as etapas da construção de um loteamento como fio condutor prático.

Seção 07

Objetivos Específicos — Taxonomia de Bloom

Organizados em progressão cognitiva crescente, do nível mais básico (Lembrar) ao mais elevado (Criar):

LembrarDefinir
CompreenderExplicar
AplicarDemonstrar
AnalisarIdentificar
AvaliarAvaliar
CriarPropor
Nível BloomVerboObjetivo Específico
Lembrar Definir Definir os conceitos de produção, operações e processos com precisão terminológica
Compreender Explicar Explicar as diferenças e conexões entre produção, operações e processos com exemplos aplicados
Aplicar Demonstrar Demonstrar como o planejamento e o controle da produção funcionam em um contexto real (loteamento)
Analisar Identificar Identificar gargalos, desperdícios, retrabalhos e falhas operacionais em fluxos de processo
Avaliar Avaliar Avaliar a qualidade de um processo e justificar oportunidades de melhoria com critérios de tempo, custo e qualidade
Criar Propor Propor um redesenho de processo com base nos conceitos e ferramentas apresentados
Seção 7A

Indicadores de Aprendizagem por Objetivo

Objetivo EspecíficoIndicador ObservávelForma de Verificação
Definir produção, operações e processos O aluno define cada conceito com palavras próprias e aponta 2+ exemplos distintos Quiz rápido ou escrita livre (2 min)
Explicar diferenças e conexões O aluno mapeia as relações entre os três conceitos em diagrama com ≥3 conexões válidas Mapa conceitual
Demonstrar planejamento e controle O aluno identifica ≥2 etapas de planejamento ausentes no cenário-problema do loteamento Análise de caso
Identificar falhas operacionais O aluno aponta ≥3 gargalos ou desperdícios no diagrama de processo apresentado Tarefa de anotação
Avaliar e justificar melhorias O aluno apresenta 2+ intervenções viáveis com impacto justificado (tempo, custo ou qualidade) Apresentação no PBL
Propor redesenho de processo O aluno articula trade-offs explícitos na proposta e demonstra coerência sistêmica Discussão reflexiva e pitch
Seção 08

Problema Central

Como a gestão da produção, das operações e dos processos pode contribuir para que uma organização seja mais eficiente, produtiva e competitiva?

Perguntas Complementares

Por que processos bem definidos impactam diretamente os resultados de uma empresa?

Como melhorar a operação de uma organização sem depender apenas de mais recursos?

De que forma a gestão da produção ajuda a reduzir falhas, desperdícios e atrasos?

O que acontece quando se otimiza uma etapa isolada sem considerar o sistema como um todo?

Seção 09

Proposta de Valor da Aula

Operação não é apenas execução — é estratégia aplicada.

💰

Processo mal definido gera custo oculto.

🧠

Produtividade não significa correr mais, e sim organizar melhor.

Qualidade depende de método, fluxo e controle.

📈

Melhorar processos é uma forma prática de aumentar resultados.

🔗

O gargalo do sistema determina o resultado do sistema — não o elo mais rápido.

Seção 10

Resultados Esperados para o Público

Compreender o papel da gestão da produção nas organizações

Reconhecer a importância das operações para o funcionamento do negócio

Identificar o que é um processo e por que ele precisa ser estruturado

Perceber falhas e oportunidades de melhoria em fluxos operacionais

Relacionar produtividade, qualidade, tempo e custo à organização dos processos

Enxergar a melhoria contínua como vantagem competitiva

Aplicar ao menos uma ferramenta de análise de processos (SIPOC, PDCA ou VSM simplificado) em um contexto prático

Seção 11

Estrutura Macro do Conteúdo

Módulo 1

Introdução ao Tema

Bloom: Lembrar / Compreender Tempo: 8–10 min
Técnica: Gancho provocativo + linha do tempo visual Ref.: Slack et al. — 5 objetivos de desempenho

"Uma construtora perdeu 3 meses de prazo e 15% do orçamento em um loteamento por uma falha de sequenciamento de processos. O que deu errado?"

  • Por que operações e processos importam estrategicamente
  • Os 5 objetivos de desempenho operacional: qualidade, custo, velocidade, confiabilidade e flexibilidade (Slack et al.)
  • Linha do tempo visual das etapas do loteamento como âncora para os módulos seguintes
Módulo 2

Conceitos Fundamentais

Bloom: Compreender / Aplicar Tempo: 12–15 min
Técnica: Mapa conceitual + tabela comparativa + SIPOC Ref.: Slack et al. — modelo I-T-O; 4 Vs
  • Definições de produção, operações e processos: distinções e conexões
  • Modelo Input-Transformação-Output: toda operação transforma entradas em saídas
  • 4 Vs: volume, variedade, variação da demanda e visibilidade — como configuram diferentes tipos de operação
  • Introdução ao SIPOC (Supplier → Input → Process → Output → Customer) como ferramenta de mapeamento
  • Aplicação ao loteamento: quem são os fornecedores, quais os insumos, quais os processos, quais os produtos e quem são os clientes de cada etapa?
Módulo 3

Gestão da Produção na Prática

Bloom: Aplicar / Analisar Tempo: 18–20 min
Técnica: Exemplo trabalhado com 3 pontos de decisão + think-aloud Ref.: Goldratt (TOC); Ohno (JIT); Slack (capacidade)
  • Planejamento e Controle da Produção (PPC): o que planejar, como controlar e por que o desvio entre plano e execução é inevitável sem método
  • Capacidade produtiva: o que é, como calcular e como dimensionar recursos no loteamento (equipes, máquinas, materiais)
  • Teoria das Restrições — TOC (Goldratt): toda operação tem ao menos um gargalo; método drum-buffer-rope
  • Just-in-Time (Ohno): lógica puxada vs. empurrada; conceito de takt time — o ritmo ideal sincronizado à demanda
  • Exemplo aplicado: em qual etapa do loteamento está o gargalo? O que acontece quando se tenta acelerar uma etapa que não é a restrição?
Módulo 4

Processos Organizacionais

Bloom: Analisar / Avaliar Tempo: 15–18 min
Técnica: Simulação de gargalo + diagrama de desperdícios + PDCA Ref.: Womack & Jones; Shingo; Imai; Deming
  • Fluxo de atividades e como mapear processos visualmente (introdução ao VSM — Value Stream Mapping)
  • Os 7 desperdícios do Lean (Womack & Jones): superprodução, espera, transporte desnecessário, processamento excessivo, estoque, movimentação e defeitos — com exemplos no loteamento
  • Padronização (Shingo): por que padronizar reduz retrabalho; poka-yoke como prevenção de erros
  • PDCA (Deming): ciclo Plan-Do-Check-Act como estrutura de melhoria contínua
  • Kaizen (Imai): filosofia de pequenas melhorias diárias vs. grandes inovações pontuais
  • Atividade: identificar ≥3 desperdícios em um diagrama de processo propositalmente falho
⭐ Módulo 5 — Núcleo Prático

Aplicação Prática

Bloom: Avaliar / Criar Tempo: 45–50 min
Técnica: PBL com papéis funcionais + redesenho + pitch Ref.: Harrington; Rother & Shook (VSM); todos os frameworks
Etapa 1 · 5 min
Trigger Scenario

Snapshot do loteamento com falhas embutidas:

  • Sequência fora de ordem: redes elétricas antes da compactação
  • Ausência de pontos de controle de qualidade
  • Equipe de pavimentação ociosa com terraplenagem em atraso

"O que está errado aqui? O que isso vai custar?"

Etapa 2 · 25 min
PBL com Papéis Funcionais

4 equipes com funções distintas:

  • Planejamento: sequência lógica e recursos
  • Operações: fluxo de execução e gargalos
  • Qualidade: inspeções, retrabalhos e defeitos
  • Logística: abastecimento, transporte e estoques

Cada equipe diagnostica pela ótica da sua função e negocia com as demais.

Etapa 3 · 15 min
Redesenho Rápido de Processo
  • Template SIPOC impresso
  • VSM simplificado (papel craft ou quadro)
  • Ciclo PDCA aplicado
  • Pitch de 2 min: proposta com justificativa em tempo, custo ou qualidade
Etapa 4 · 5 min
Feedback entre Pares + Síntese
  • Identificar trade-offs das propostas
  • Lições transferíveis para outros setores (hospital, fábrica, restaurante)

Materiais de apoio: quadro branco ou papel craft, template SIPOC impresso, post-its, canetas coloridas

Módulo 6

Fechamento

Bloom: Compreender / Lembrar (consolidação) Tempo: 8–10 min
Técnica: Exit ticket "muddiest point" + mapa mental coletivo Ref.: Revisão integrada — todos os autores
  • Retomada dos conceitos centrais em formato de mapa mental coletivo
  • Conexão explícita entre os módulos: definição → análise → melhoria → aplicação
  • Exit ticket: cada participante escreve "o conceito que ficou mais claro" e "a dúvida que ainda tenho"
  • Mensagem final: operação eficiente não é destino, é processo contínuo de melhoria
Seção 12

Tabela Cruzada: Módulo × Bloom × Metodologia × Referencial

MóduloObjetivo (Bloom)MetodologiaReferencial Teórico
M1 — Introdução Lembrar: reconhecer a relevância estratégica Gancho provocativo + linha do tempo visual Slack et al. — 5 objetivos
M2 — Conceitos Compreender: explicar diferenças e conexões Mapa conceitual + tabela comparativa + SIPOC Slack et al. — modelo I-T-O e 4 Vs
M3 — Produção Aplicar: demonstrar PPC, TOC e JIT na prática Exemplo trabalhado com 3 pontos de decisão Goldratt (TOC); Ohno (JIT); Slack (capacidade)
M4 — Processos Analisar: identificar desperdícios e gargalos Simulação de gargalo + diagrama + PDCA Womack & Jones; Shingo; Imai; Deming
M5 — Aplicação Avaliar / Criar: propor redesenho justificado PBL com papéis + SIPOC/VSM + pitch Harrington; Rother & Shook; todos
M6 — Fechamento Compreender: consolidar e identificar lacunas Exit ticket + mapa mental coletivo Revisão metacognitiva — todos
Seção 13

Conceitos Inseridos no Conteúdo Programático

Conceitos que foram incorporados ao escopo com profundidade:

ConceitoMóduloReferencial
TOC — Teoria das RestriçõesM3Goldratt (1984)
Just-in-Time e takt timeM3Ohno (1988)
Capacidade produtivaM3Slack et al. (2018)
7 desperdícios do LeanM4Womack & Jones (1996)
PDCAM4Deming (1986)
KaizenM4Imai (1986)
Padronização e poka-yokeM4Shingo (1986)
Value Stream Mapping (VSM)M4 / M5Rother & Shook (2003)
SIPOCM2 / M5ASQ / Lean methodology
Modelo Input-Transformação-OutputM2Slack et al. (2018)
4 Vs das operaçõesM2Slack et al. (2018)
Seção 14

Metodologia do Curso

A metodologia combina exposição conceitual breve com participação ativa do público. A progressão segue a curva de aprendizagem: conceito → exemplo → prática → criação.

Fase 1 · M1

Ativação

Gancho provocativo, pergunta-problema

Fase 2 · M2, M3

Construção Conceitual

Exposição dialogada, mapas conceituais, tabelas comparativas

Fase 3 · M3, M4

Aprofundamento Analítico

Exemplos trabalhados, simulação de gargalo, diagramas

Fase 4 · M5

Aplicação e Criação

PBL com papéis funcionais, redesenho de processo, pitch

Fase 5 · M6

Consolidação

Exit ticket, mapa mental coletivo

Seção 15

Abordagem do Curso

O curso terá abordagem teórico-prática, com linguagem acessível e foco em aplicação. A prioridade será conectar os conceitos com situações reais encontradas em ambientes produtivos e organizacionais — especialmente nas etapas da construção de um loteamento —, tornando o conteúdo mais claro, útil e relevante para públicos de administração, engenharia e logística.

Seção 16

Tom da Apresentação

🎯

Clareza

Na explicação

Objetividade

Na condução

💬

Profissional

Porém didática

🔥

Dinamismo

Para engajamento

📐

Gradual

Evitando tecnicismo

📚

Autoridade

Referenciada

Seção 17

Diferencial da Aula

Fio condutor único

O loteamento como exemplo progressivo em todos os módulos — permitindo que o público acompanhe a evolução e aplique cada novo conceito sobre o mesmo contexto. Cria coerência narrativa e facilita a transferência de aprendizado.

Visibilidade das perdas invisíveis

Mostrar que operações existem em qualquer organização e que processos ruins geram perdas muitas vezes invisíveis. Eficiência não depende apenas de tecnologia: pequenas melhorias em método, padronização e fluxo — princípios do Kaizen — podem gerar grande impacto.

Nível cognitivo elevado (Criar)

O Módulo 5 eleva o nível cognitivo para Criar (Bloom), garantindo que o público não apenas compreenda os conceitos, mas os aplique em uma situação real com restrições, negociação e tomada de decisão.

Seção 18

Entregáveis Orientados por este Escopo

Conteúdo Programático

Definição do conteúdo programático por módulo

Divisão de Temas

Divisão dos temas entre os integrantes do grupo

Metodologia Formalizada

Formalização da metodologia da aula com técnicas pedagógicas específicas

Slides e Materiais

Construção dos slides e materiais de apoio (diagrama do loteamento, template SIPOC, diagrama de desperdícios)

Dinâmica PBL

Desenvolvimento da dinâmica do Módulo 5 (cenário-problema com falhas, papéis funcionais, templates)

Banner

Elaboração do texto do banner

Apresentação

Preparação da apresentação simulada e da apresentação final

Seção 19

Síntese para Alinhamento do Grupo

O curso será estruturado em torno do tema Gestão da Produção, Operações e Processos, com foco em demonstrar como esses elementos impactam produtividade, qualidade, custos, prazos e eficiência nas organizações. O exemplo prático central será a construção de um loteamento, utilizado em todos os módulos como fio condutor.

A progressão didática seguirá a Taxonomia de Bloom: dos módulos iniciais de definição e compreensão até o módulo de aplicação, em que o público propõe redesenhos de processo com ferramentas concretas (SIPOC, PDCA, VSM simplificado). O embasamento teórico inclui autores clássicos — Slack, Goldratt, Womack, Ohno, Shingo, Deming, Imai — garantindo solidez acadêmica.

O Módulo 5 é o núcleo prático da jornada: uma dinâmica PBL com papéis funcionais, cenário-problema real e pitch de propostas de melhoria.

Documento preparado para apoio ao planejamento acadêmico do grupo. Versão revisada com embasamento didático-acadêmico.